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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Monstros da floresta

És maior de idade? Tens experiência de vida? Gostas de aventura? Estás vacinado contra todas as doenças? Sabes fazer rendinhas? Consegues dizer Massachussetts e Beverly Hills com facilidade? Se respondeste sim a todas estas perguntas, que bom para ti. Para este trabalho não precisas nada disso. Para apanhar um frigorífico no meio do mato não necessitas propriamente possuir um chicote ou daquelas armas que o Sylvester Stallone usa nos filmes que têm balas que nunca mais acabam.
Para quem ainda não percebeu ao que realmente me refiro, estes “monstros” de que falo são aqueles seres que habitam na floresta, mas que não combinam muito com ela. Desde quando é que nascem sofás no meio do mato?
Tenham paciência, mas há locais próprios para se depositarem estes géneros. O que acho mais deprimente em tudo isto é o facto de haverem pessoas que vão apanhar esse lixo largado por todo lado. Acho uma atitude louvável, mas ao mesmo tempo é triste ver alguém colher o lixo de outros que não se preocuparam com o que estavam a fazer quando abandonaram a antiga televisão no meio do monte.
Eu falo por mim, mas não gostaria que deitassem um forno velho para dentro de minha casa. Se concordas comigo, não deixes que os electrodomésticos destruam os lares dos anões e elfos do bosque! Ah… e também dos animais.
Mais importante do que limpar florestas é não sujá-las. Não dês lições de moral do tipo “temos que limpar o planeta, blá, blá, blá”, porque estas mensagens já enjoam, diz antes “ Se te vejo a deitar um papel para o chão corto-te o abono de família”. Só assim é que as pessoas vão aprender como é que nos devemos comportar.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Quem não se lembra?



Há cinco anos atrás, um maremoto de magnitude de 9,3 situado no oceano Índico que despoletou um tsunami que matou cerca de 230 000 pessoas em cerca de 13 países. Cinco anos depois, as reconstruções e limpeza ainda prosseguem, e muito falta fazer para que volte tudo ao normal.






Turistas que se aventuram nas cinco ondas de grande tamanho que apareceram momentos antes de embater a “onda-mãe” , numa praia próxima de Krabi, no sul da Tailândia.




Uma visão dos estragos causados perto da mesquita de Baiturrahman, um dia depois do embate do tsunami do dia 26 de Dezembro de 2005, na cidade indiana de Banda Aceh.



Durante a catástrofe, este barco salvou a vida de 59 pessoas que fugiram de suas casas e se refugiaram na embarcação, sendo esta tratada como uma “Arca de Noé”.


Podem ter passado 5 anos, mas o cenário não mudou muito em algumas regiões, podendo ainda ser possível avistar corpos soterrados nos escombros que ainda não foram retirados e muitas populações ainda não puderam recuperar suas residências.

( Peço desculpa pela pouca qualidade destas imagens).











 
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