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sábado, 12 de dezembro de 2009

Quem é este pokémon?!

Hoje durante a tarde encontrei a Dona Almerinda, a minha vizinha do terceiro esquerdo. Ela encontrava-se sobressaltada e, pelo que a senhora me dizia, ela tinha visto o diabo. Duvidei um pouco sobre o que a Dona Almerinda me reportou, mas depois deparei-me com a imagem que tinha aterrorizado a pobre mulher:


De facto, apenas num delírio alucinogénico poderia pensar que estes indivíduos idênticos a seres oriundos de outros mundos que aparecem nas séries japonesas poderiam fazer barulho com o intuito de criar musica de qualidade.

Pelo que me disseram, aquele baixinho ao lado direito distribui os cafés. Está lá em part-time quando não tem aulas. O pobre coitado faz parte daquele bando para evitar a presença em seu lar, devido aos comportamentos violentos dos pais. O de chapéu vermelho enrola os charros e faz as tatuagens ao pessoal. Faz parte do gang porque se entrar no bairro onde mora é esfaqueado por causa do dinheiro que lá deve em droga. O da esquerda tira fotocópias. Quis fazer parte do grupo porque soube que era constituído só por rapazes ( a cara dele não engana). O líder do grupo é o que está no meio e arranja material electrónico novo por metade do preço…

À primeira vista, estes indivíduos poderiam ser fortes candidatos para criarem uma quadrilha. Apenas só tenho pena de quem teve a triste ideia de lhes dar uns instrumentos para a mão e dizer que eles sabiam fazer boa música, criando assim um tenso clima entre as meninas histéricas que querem um poster deles em roupa interior ou o último cd, com os seus progenitores…é este o mundo que temos.


quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Máquina de lavar assassína

O Sr. abade na semana passada contou-me uma história horripilante sobre um jovem alemão que me deixou deveras estupefacto. Este rapaz foi capaz de perder um braço enquanto brincava com o seu irmão com uma máquina de lavar. Pelo que o senhor Padre me disse, esta estava avariada, e o mecanismo de segurança que coordenava o electrodoméstico para que apenas funcionasse quando a porta estivesse fechada não estava funcional.
Depois de perder o membro, a criança fez o que habitualmente devemos fazer quando perdemos um braço: Enrola-lo numa toalha, coloca-lo no congelador e ir-mos dormir para que a nossa mãe não descubra o sucedido, talvez até crescer outro.
Quando a sua progenitora de manha se deparou com o estado do filho ficou aterrorizada. Quando o levou ao hospital já não havia nada a fazer quanto ao braço, mas já era como que um milagre ele não estar esvaído.
Este caso é muito bom para mostrar aos americanos que não somos nós os maricas, uma vez que o nosso John Rambo tem 4 anos, e dizer aos japoneses que se deixem de desenhos e que passem do papel à realidade.
 
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