Atenciosamente,
A gerência
Memórias de um observador
2010: época de avanços tecnológicos, exploração espacial, emoções ao rubro com o mundial de futebol, várias surpresas são esperadas e, a cereja no topo do bolo, os “coladões” em farmville. . .
Nesta altura do campeonato, todos os leitores já devem com ccerteza saber do que estou a falar (aquele jogo implementado na rede social facebook, em que o jogador tem por objectivo controlar uma quinta e fazer com que esta atinja grandes proporções e fama). Até aqui e tudo muito bonito, 74 milhões de jogadores em 6 meses, convívio, blá blá blá . . .
O que muita gente não sabe é que esta brincadeira tem estragado a vida a algumas pessoas. A maior parte dos jogadores, mulheres com mais de 35 anos (!), mudaram o seu ritmo de vida por causa deste divertimento. Muitas delas baixaram o seu rendimento no emprego, estão menos tempo com a família, e vivem em grande pressão para apanharam as hortaliças a tempo.
Estes casos são deveras intrigantes, porque se eu dissesse aos meus pais que não estudei para um teste, porque tive que mugir as vacas do Senhor Zuckerberg , eles no mínimo davam-me um tiro.
Estes tipos de entretenimentos estão a atingir proporções que nunca deviriam ter atingido. Não é normal as pessoas comportarem-se como crianças por causa de uma simples interacção. E toda a gente resolve esta situação com duas risadas. Ninguém se apercebe que aquilo é um vício. Não condeno ninguém por jogar, mas devemos estabelecer prioridades. Quem deseja tanto trabalhar numa quinta, que pegue numa inchada e vá para o campo. Pode “jogar” o dia todo e não paga nada.
Termino dando-vos esta reportangem que retrata quase tudo o que vos acabei de dizer.
Turistas que se aventuram nas cinco ondas de grande tamanho que apareceram momentos antes de embater a “onda-mãe” , numa praia próxima de Krabi, no sul da Tailândia.
Uma visão dos estragos causados perto da mesquita de Baiturrahman, um dia depois do embate do tsunami do dia 26 de Dezembro de 2005, na cidade indiana de Banda Aceh.
Durante a catástrofe, este barco salvou a vida de 59 pessoas que fugiram de suas casas e se refugiaram na embarcação, sendo esta tratada como uma “Arca de Noé”.
Podem ter passado 5 anos, mas o cenário não mudou muito em algumas regiões, podendo ainda ser possível avistar corpos soterrados nos escombros que ainda não foram retirados e muitas populações ainda não puderam recuperar suas residências.
( Peço desculpa pela pouca qualidade destas imagens).